
baila, baila
nessa dança mágica que é viver e encontrar com outros vivos o desafio está em não deixar que os corpos esfriem manter-se desarmado e lavar dos olhos e ouvidos o cinismo nosso de cada dia pois entre o fio da navalha e o tiro à queima roupa, eu prefiro olhar para o outro como quem vê um outro pela primeira vez curiosa e de peito aberto...
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