era maio
meus olhos infestado com o som do verde, vozerio, violão e o cheiro de galinheiro ardendo as narinas até ser substituído pelo frescor rosado da noite que se derrama sobre as nossas cabeças a mente flutua para junto das bolhas e perto das nuvens onde voam os desejos de criança eis que o mundo cão dá seus pulos completa mais uma volta ao redor do sol a pele não esquece jamais e sente o outono ensaiando uma vez mais para virar...
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