nessa dança mágica que é viver e encontrar com outros vivos o desafio está em não deixar que os corpos esfriem manter-se desarmado e lavar dos olhos e ouvidos o cinismo nosso de cada dia pois entre o fio da navalha e o tiro à queima roupa, eu prefiro olhar para o outro como quemContinuar lendo “baila, baila”